No centro sul PT investe em novos nomes e candidatos bolsonaristas escondem palanque

No centro sul PT investe em novos nomes e candidatos bolsonaristas escondem palanque

O Partido dos Trabalhadores (PT) no Ceará, desde o inicio de julho tem realizado encontros de tática eleitoral com seus filiados e nomes novos tem surgido com força para disputar as eleições de 2020.

Os candidatos do ex-presidente Lula na região centro sul começa pela cidade de Iguatu, a ex-deputada ex-secretária do governo Camilo Santana, Mirian Sobreira, hoje no PT, tem se apresentado como uma alternativa positiva para a disputa, apesar de não ser um nome novo para o eleitorado, Mirian surge com um nome limpo, sem qualquer processo por corrupção, é reconhecida no Ceará como uma parlamentar de atuação forte e aceitou o desafio de ser a  pré-candidata do PT, além dela no centro sul, Marcos Jacinto, tem conquistado o eleitorado em Orós, jovem de origem simples da Vila Guassussê, veio para Iguatu assumir muito jovem, mas nunca perdeu suas raízes, tendo uma vida no Orós quase que frequente, a frente da OSCIP, Instituto Elo Amigo e ASA Brasil, tem atuado com as políticas públicas de recursos hídricos sociais como: Cisternas, Reuso de Águas Cinzas, formações educativas com famílias e jovens. Jacinto tem surgido em analises como um pré-candidato forte no município.

Na cidade de Quixelô, da prefeita petista, Fatima Gomes, indicou seu chefe de gabinete e advogado, Adil Junior, que chegou ao PT como o nome para a disputa. O município teve um passado de trevas com gestores que passaram por lá e não melhoraram quase nada na vida dos quixeloenses, que sofreram por muito tempo com opressão e mandos e desmandos, grupo esse que hoje se articula para disputar contra o povo e o PT, caso semelhante acontece em Saboeiro que confirmou o nome de João Paulo Oliveira. A cidade já foi notícia nacional pelos escândalos de corrupção e ainda hoje não conseguiu se recuperar, seu baixo Índice de Desenvolvimento Humano, (IDH), se concentra na baixa renda per-capita por habitante que não evolui e a falta de politicas públicas local, mantem o município estacionado no seu desenvolvimento.

A experiencia e juventude devem ser marcas do PT no centro sul, pensamento reforçado pelas falas que o presidente estadual do partido, Antonio Filho (Conin), tem registrado durante os encontros de tática, inovação dos quadros partidários e projeto político coletivo com o povo, “pensando sempre nos mais simples e na melhoria de vida e todos, esse é o modo petista de governar”, disse Conin, no evento online em Iguatu.

Além das lideranças para prefeito estarem em pauta no boca a boca da população do centro sul, os pré-candidatos a vereadores também vem com novos nomes em chapas com o número máximo de pré-candidatos, já que a mudança na lei eleitoral não permite mais coligação em chapa para vereadores, o PT vem favorecido porque historicamente sempre evitou as coligações e sempre esteve conquistando seu espaço no legislativo.

Candidatos do Bolsonaro

Nessa eleição outro ponto que vem favorecendo os candidatos de centro e esquerda, é a disputa com os candidatos que estão com o presidente, Jair Bolsonaro (sem partido).

No Iguatu o deputado estadual, Agenor Neto (PSB), não tem palanque presidencial já o atual prefeito, Ednaldo Lavor (PSD) que não assumiu ainda o palanque com Bolsonaro, mas segue o seu atual partido que é um dos mais fiéis em apoio ao presidente e ainda tem o deputado que o apoia, Domingos Neto (PSD), que é bolsonarista e num passado recente foi Temer e apoiou na sua totalidade os projetos que dificultaram e empobreceram a aposentadoria, que flexibilizaram e removeram alguns direitos trabalhista e poio total ao golpe contra a democracia no impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

O pré-candidato no Quixelô, Samuel Araújo (PSD), segue o atual modelo de Iguatu, é do mesmo partido que Ednaldo e também não assumiu seu palanque bolsonarista.

Em Orós e Saboeiro os pré-candidatos também estão com Bolsonaro, a diferença é que eles vêm para uma eleição com poucas políticas públicas desenvolvidas e com baixa aprovação tanto para reeleição ou apoio para seus sucessores.

 

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